
Temos um lindo exemplo do grupo “Hospalhaço” que se conheceram através do grupo de psicologia e formaram um grupo alheio, por prazer, dedicação e confiança em um mundo melhor.
Ver jalecos brancos em um corredor silencioso nunca foi motivo de conforto para uma criança, o que acaba gerando quando jovem um olhar matuto sobre os médicos.
Em 1994, no filme “Patch Adams – O amor é contagioso”, o protagonista Rodin Williams mostra, com sua surpreendente capacidade de nos fazer rir e chorar, a falta de estima e calor humano por parte dos médicos em relação aos seus pacientes.
A noção que possuímos a respeito do que seria algo “contagioso” nos remete de imediato à doenças, médicos, jalecos brancos, internações. E é aí onde se torna ousado colocar nariz vermelho e contagiar de amor, quartos de um hospital onde predomina o silêncio.
Tudo isso nos faz pensar se é possível espalhar “bactérias” ou “vírus” do amor, entre pessoas, infectando-as de boas intenções, tendo um relacionamento caloroso e de bom astral com os pacientes.
O filme certamente tocou o coração de muitas pessoas que passam parte de seu tempo alegrando crianças e recebendo em troca algumas gargalhadas. Os projetos iniciaram-se com Michael Chirstensen do programa Clown Care Unit do Big Apple Circus de Nova York e depois veio para o Brasil através de Wellington Nogueira, fundador do “Doutores da Alegria” e se espalhou por um vasto território. Sendo hoje ficha obrigatória optada pelos alunos de muitas universidades.
E ainda temos um lindo exemplo do grupo “Hospalhaço” que se conheceram através do grupo de psicologia e formaram um grupo alheio, por prazer, dedicação e confiança em um mundo melhor.
Um paciente se torna mais forte quando percebe que ele não é “leito ocupado”, que possui rosto, nome e uma história.
O carinho e o reconhecimento de um paciente com certeza é um tesouro que o dinheiro não compra.
Mas não é necessário que o médico coloque nariz vermelho para que traga alegria para o consultório. É preciso mais que rosto pintado, jaleco branco, vestibulares e um diploma. Deve-se ter alma forte para compreender a perda de um paciente e delicadeza para que ele viva de verdade, enquanto está vivo. É preciso fazer com que ele não desista, porque quem desiste já não vive!
De que adianta equipamentos modernos e caros, remédios de última geração e um bom ambiente hospitalar se formos chamados de o quarto 17?
O brilhantismo dos profissionais da saúde vem sendo cada dia maior, tornando um corredor silencioso repleto de alegria e dando um pouco mais de cor em nossa vida. Parabéns a todos que acreditam que é possível tornar o mundo melhor, e que até mesmo diante dos maiores riscos se faz possível das boas gargalhadas.
Revista Mídia e Negócios - Falando Sério
Mineiros-GO
2007
Ver jalecos brancos em um corredor silencioso nunca foi motivo de conforto para uma criança, o que acaba gerando quando jovem um olhar matuto sobre os médicos.
Em 1994, no filme “Patch Adams – O amor é contagioso”, o protagonista Rodin Williams mostra, com sua surpreendente capacidade de nos fazer rir e chorar, a falta de estima e calor humano por parte dos médicos em relação aos seus pacientes.
A noção que possuímos a respeito do que seria algo “contagioso” nos remete de imediato à doenças, médicos, jalecos brancos, internações. E é aí onde se torna ousado colocar nariz vermelho e contagiar de amor, quartos de um hospital onde predomina o silêncio.
Tudo isso nos faz pensar se é possível espalhar “bactérias” ou “vírus” do amor, entre pessoas, infectando-as de boas intenções, tendo um relacionamento caloroso e de bom astral com os pacientes.
O filme certamente tocou o coração de muitas pessoas que passam parte de seu tempo alegrando crianças e recebendo em troca algumas gargalhadas. Os projetos iniciaram-se com Michael Chirstensen do programa Clown Care Unit do Big Apple Circus de Nova York e depois veio para o Brasil através de Wellington Nogueira, fundador do “Doutores da Alegria” e se espalhou por um vasto território. Sendo hoje ficha obrigatória optada pelos alunos de muitas universidades.
E ainda temos um lindo exemplo do grupo “Hospalhaço” que se conheceram através do grupo de psicologia e formaram um grupo alheio, por prazer, dedicação e confiança em um mundo melhor.
Um paciente se torna mais forte quando percebe que ele não é “leito ocupado”, que possui rosto, nome e uma história.
O carinho e o reconhecimento de um paciente com certeza é um tesouro que o dinheiro não compra.
Mas não é necessário que o médico coloque nariz vermelho para que traga alegria para o consultório. É preciso mais que rosto pintado, jaleco branco, vestibulares e um diploma. Deve-se ter alma forte para compreender a perda de um paciente e delicadeza para que ele viva de verdade, enquanto está vivo. É preciso fazer com que ele não desista, porque quem desiste já não vive!
De que adianta equipamentos modernos e caros, remédios de última geração e um bom ambiente hospitalar se formos chamados de o quarto 17?
O brilhantismo dos profissionais da saúde vem sendo cada dia maior, tornando um corredor silencioso repleto de alegria e dando um pouco mais de cor em nossa vida. Parabéns a todos que acreditam que é possível tornar o mundo melhor, e que até mesmo diante dos maiores riscos se faz possível das boas gargalhadas.
Revista Mídia e Negócios - Falando Sério
Mineiros-GO
2007

Nenhum comentário:
Postar um comentário